Coitada! Ela mal teve 3 dias para descansar e preparar (novamente) as malas. Eu também deixei tudo para última hora.
Na nossa reunião de briefing [lá vem o RP!], percebi que iríamos fazer o estilo mochilão, em uma viagem low-cost [não super low-cost]: ficaríamos em hostels e cruzaríamos boa parte da Bahia de busão.
Passamos na Fnac ávidos por um guia de viagens sobre a Bahia ou litoral baiano.
Conheça Rio Grande do Norte, Desvende o Ceará, PRAIAS: São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Vimos até o Como viajar barato da Quatro Rodas, mas era um guia sobre todo o País, de montanha a praias, e não eram tão baratos assim. Quando pensamos em desistir, a glória: a revista Bahia – Os 50 km mais bonitos do litoral.
Malas? Seria incômodo carregar. Malas com rodinhas? Nem pensar! Imagina pegar uma canoa com isso.
“Merda! Preciso comprar uma mochila de fazer trilha”
Se quiser uma mochila dessas, vá direto na loja Casa de Pedra. Os vendedores são trilheiros e sabem de TUDO sobre as mochilas. Mas seja sincero quando ele perguntar o propósito e o preço que você está disposto a pagar. A média de preços estava em R$400,00, com garantia de 30 anos.
Para uma trip que não é um rallye Paris-Dakar nem um Santiago de Compostela, não precisaria de uma dessas. O vendedor foi super bonzinho ao indicar a Decathlon como opção mais barata, com menos qualidade.
Por desencargo de consciência, resolvo tentar na Bayard. As mochilas estavam mais em conta e gostei de uma em promoção (R$299,00), mas achei cara.
Quando estava indo embora, vi uma da Speedo, com a mesma capacidade (40 litros), porém sem as frescuras das outras – por R$60,00. Levei sem pensar duas vezes! Tinha espaço bolso externo pra chinelos e outros pra protetor solar, carteira, etc.
Eu, geralmente, quando vou passar 2 semanas fora, levo uma mala beeeeeeeeeeeeeeeeem grande. Gosto de chegar com as roupas sem amassar, várias opções para sair, ir para a praia: tênis, sandália, chinelo, meias, calças, etc.
Mas dessa vez seria diferente:
- 3 sungas
- 3 bermudas
- 2 camisetas
- 4 regatas
- 10 cuecas
- 5 pares de meia
- uma calça de algodão, tipo saco
- 1 par de havaianas
- produtos de higiene pessoal
- protetor solar e seus complementos
- máquina fotográfica e celular – e seus respectivos carregadores
- toalha
- roupa de cama
- blusa de zíper caso faça frio ou para o ar-condicionado do avião
Só? Sim. E como todo paulistano, não vivo sem uma calça jeans, que fui vestindo, mais uma camiseta mais chic, caso vá pruma balada em Salvador, e um par de tênis tipo sapatilha da Adidas [leve, sem cadarço e fácil de lavar e secar. Boa pra trilhas]. Ah, e meu tapete de yoga.
Até minha mãe ficou espantada, insistindo pra eu levar mais uma bermuda, mais uma camiseta, mais uma toalha de rosto, etc. Resisti bravamente, porque “só” com isso, ela já pesava 8 kgs, mais alguns 2 kgs da mala de mão.
Se quiser uma mochila dessas, vá direto na loja Casa de Pedra. Os vendedores são trilheiros e sabem de TUDO sobre as mochilas. Mas seja sincero quando ele perguntar o propósito e o preço que você está disposto a pagar. A média de preços estava em R$400,00, com garantia de 30 anos.
Para uma trip que não é um rallye Paris-Dakar nem um Santiago de Compostela, não precisaria de uma dessas. O vendedor foi super bonzinho ao indicar a Decathlon como opção mais barata, com menos qualidade.
Por desencargo de consciência, resolvo tentar na Bayard. As mochilas estavam mais em conta e gostei de uma em promoção (R$299,00), mas achei cara.
Quando estava indo embora, vi uma da Speedo, com a mesma capacidade (40 litros), porém sem as frescuras das outras – por R$60,00. Levei sem pensar duas vezes! Tinha espaço bolso externo pra chinelos e outros pra protetor solar, carteira, etc.
Eu, geralmente, quando vou passar 2 semanas fora, levo uma mala beeeeeeeeeeeeeeeeem grande. Gosto de chegar com as roupas sem amassar, várias opções para sair, ir para a praia: tênis, sandália, chinelo, meias, calças, etc.
Mas dessa vez seria diferente:
- 3 sungas
- 3 bermudas
- 2 camisetas
- 4 regatas
- 10 cuecas
- 5 pares de meia
- uma calça de algodão, tipo saco
- 1 par de havaianas
- produtos de higiene pessoal
- protetor solar e seus complementos
- máquina fotográfica e celular – e seus respectivos carregadores
- toalha
- roupa de cama
- blusa de zíper caso faça frio ou para o ar-condicionado do avião
Só? Sim. E como todo paulistano, não vivo sem uma calça jeans, que fui vestindo, mais uma camiseta mais chic, caso vá pruma balada em Salvador, e um par de tênis tipo sapatilha da Adidas [leve, sem cadarço e fácil de lavar e secar. Boa pra trilhas]. Ah, e meu tapete de yoga.
Até minha mãe ficou espantada, insistindo pra eu levar mais uma bermuda, mais uma camiseta, mais uma toalha de rosto, etc. Resisti bravamente, porque “só” com isso, ela já pesava 8 kgs, mais alguns 2 kgs da mala de mão.
Tudo pronto? Quase...
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