terça-feira, 16 de agosto de 2011
quinta-feira, 20 de março de 2008
De Corumbau a Salvador - Parte 1
O Hostel da foto era bonitinho e charmoso.
O Hostel que estava à nossa frente era medonho.
Tudo bem que estava em reforma, mas não tinha nada de simpático. Decidimos ficar, afinal, as malas estavam pesadas e não estava a fim de ficar rodando por uma cidade desconhecida no meio da noite para procurar onde ficar.
>>Hospedar em Hostel é muito legal. Por um custo relativamente baixo comparado a hotel, temos a oportunidade de conhecer gente do mundo todo, jovens de 20 a 30 anos, em sua maioria. Ok, os quartos são coletivos, mas há armários individuais e cofre.
Quando estava me arrumando para dar uma volta em Porto Seguro, entrou o meu roommate.
- Hi!
- Hi. What's your name?
- Giulio. And you?
- Daygo, nice to meet you. Where are you from?
- Italia! And you?
- São Paulo. How long have you been here, in Porto Seguro?
- Cheguéi oggi, una hora antes de vocé.
E começamos a falar em portunhol misturado com italiano. Ele já tinha jantado, mas o convidamos para dar uma volta pela cidade conosco.
Jantamos na Passarela do Álcool, admirando o eclipse total que ocorreu naquela noite, dia 20 de fevereiro.
>>>Sei que é início da viagem, mas se você quiser comprar presentes, vá lá na Passarela do Álcool. Tem mais variedades e preços mais baixos que Salvador. Juro!
Mas jantar por lá é um saco. Primeiro porque fomos abordados por um exército de pedintes. Primeiro, vieram os meninos de rua, dignos de Oscar. Choravam tão convicentemente por trocados!
Depois vieram os artesãos. Lá é moda um cara fazer grilos e rosas com folhas de palmeira e dar para uma garota - no caso, a Déia. E diz aceitar qualquer valor, mas quando pagamos R$2,oo, fica indignado e diz que estamos desprezando a arte dele. Pagamos R$ 5,00 porque ficamos encantados com a rapidez e a perfeição. Mas depois de 2 semanas na Bahia, vimos que isso é uma espécie de praga...toda cidade que fomos tinha uma garota segurando uma rosa e um grilo de folha...
Por último vieram os mágicos, com baralhos e truques encantadores. Mas já estávamos meio putos de sermos interrompidos a cada garfada. E falamos que estávamos sem dinheiro.
Durante o jantar, descobri que só haviam 5 pessoas hospedadas naquele hostel: eu, Déia, Giulio e um casal já de meia idade.
Mico total! Giulio disse que veio de Arraial D'Ajuda e que lá estava bom, bombando de gente interessante e que o Hostel de lá era lindo e super animado. Conhecer Arraial estava em nossos planos mesmo... então decidimos que ficaríamos só aquela noite em Porto Seguro.
Vimos que como era baixa temporada, haveria só uma festa por dia na cidade, e que a do dia era no Bahamares, ou algo do tipo. R$30,00 de entrada.
Nem a pau! A viagem era low cost e eu preferiria pagar isso numa bela moqueca de camarão ou lagosta. Mas Déia e Giulio estavam empolgadíssimos.
- Eu tenho que ir para uma balada em Porto Seguro! - dizia ela - Deve ser a única coisa boa que tem por aqui!
Eu não estava em vibe de balada, muito menos de axé.
Acompanhei os dois até o ponto de ônibus e voltei para o Hostel. Achei melhor dormir, descansar e pegar praia no dia seguinte.
O Hostel que estava à nossa frente era medonho.
Tudo bem que estava em reforma, mas não tinha nada de simpático. Decidimos ficar, afinal, as malas estavam pesadas e não estava a fim de ficar rodando por uma cidade desconhecida no meio da noite para procurar onde ficar.
>>Hospedar em Hostel é muito legal. Por um custo relativamente baixo comparado a hotel, temos a oportunidade de conhecer gente do mundo todo, jovens de 20 a 30 anos, em sua maioria. Ok, os quartos são coletivos, mas há armários individuais e cofre.
Quando estava me arrumando para dar uma volta em Porto Seguro, entrou o meu roommate.
- Hi!
- Hi. What's your name?
- Giulio. And you?
- Daygo, nice to meet you. Where are you from?
- Italia! And you?
- São Paulo. How long have you been here, in Porto Seguro?
- Cheguéi oggi, una hora antes de vocé.
Jantamos na Passarela do Álcool, admirando o eclipse total que ocorreu naquela noite, dia 20 de fevereiro.
>>>Sei que é início da viagem, mas se você quiser comprar presentes, vá lá na Passarela do Álcool. Tem mais variedades e preços mais baixos que Salvador. Juro!
Mas jantar por lá é um saco. Primeiro porque fomos abordados por um exército de pedintes. Primeiro, vieram os meninos de rua, dignos de Oscar. Choravam tão convicentemente por trocados!
Depois vieram os artesãos. Lá é moda um cara fazer grilos e rosas com folhas de palmeira e dar para uma garota - no caso, a Déia. E diz aceitar qualquer valor, mas quando pagamos R$2,oo, fica indignado e diz que estamos desprezando a arte dele. Pagamos R$ 5,00 porque ficamos encantados com a rapidez e a perfeição. Mas depois de 2 semanas na Bahia, vimos que isso é uma espécie de praga...toda cidade que fomos tinha uma garota segurando uma rosa e um grilo de folha...
Por último vieram os mágicos, com baralhos e truques encantadores. Mas já estávamos meio putos de sermos interrompidos a cada garfada. E falamos que estávamos sem dinheiro.
Durante o jantar, descobri que só haviam 5 pessoas hospedadas naquele hostel: eu, Déia, Giulio e um casal já de meia idade.
Mico total! Giulio disse que veio de Arraial D'Ajuda e que lá estava bom, bombando de gente interessante e que o Hostel de lá era lindo e super animado. Conhecer Arraial estava em nossos planos mesmo... então decidimos que ficaríamos só aquela noite em Porto Seguro.
Vimos que como era baixa temporada, haveria só uma festa por dia na cidade, e que a do dia era no Bahamares, ou algo do tipo. R$30,00 de entrada.
Nem a pau! A viagem era low cost e eu preferiria pagar isso numa bela moqueca de camarão ou lagosta. Mas Déia e Giulio estavam empolgadíssimos.
- Eu tenho que ir para uma balada em Porto Seguro! - dizia ela - Deve ser a única coisa boa que tem por aqui!
Eu não estava em vibe de balada, muito menos de axé.
Acompanhei os dois até o ponto de ônibus e voltei para o Hostel. Achei melhor dormir, descansar e pegar praia no dia seguinte.
domingo, 9 de março de 2008
Embarque pelo Portão 19
A minha máquina fotográfica resolveu não funcionar 1 semana antes da viagem. E a da Déia também estava fazendo "hora-extra".
Como bom brasileiro,não desisto nunca, deixei tudo pra última hora e levei pro conserto na véspera do Dia D!
Custou R$ 200,00... Você deve estar se perguntando:
- Pq diabos você não comprou uma máquina nova?
Primeiro, porque não tenho R$800,00 pruma 0km. Segundo, não ia levar uma câmera novinha pra encher de areia!
Levei uma analógica com um filme de 36 poses, caso as nossas máquinhas anciãs resolvam se aposentar antes da hora.
Pegamos nossas mochilas e fomos rumo ao metrô Tatuapé.
Metrô?? Tatuapé? Zona Lost?
É, oras! Existem as seguintes formas de ir para o aeroporto de Cumbica:
- Carro (em sonho)
- Airport Bus Service (R$27,00)
- Táxi (uns R$70,00 de casa)
- Carona (há! mas não conseguimos nenhuma...)
- ônibus do Terminal Norte do metrô Tatuapé (R$ 3,40)
Já avisei, a viagem seria low-cost e já começava por aí! Busão pra Cumbica por R$3,40 e sai a cada 20 minutos, aproximadamente. O trajeto leva em média vinte e cinco minutos, 40 minutos com muito trânsito.
>> Se você está de mochila, não esqueça de prender as alças e pedir pro pessoal da companhia aérea colocar em um saco plástico para não enroscar, na hora do check-in.
O vôo atrasou algumas horas e estávamos aflitos, porque a aeronave já estava no terminal e havia uns técnicos abrindo o painel e nada... Seria um problema mais sério?
Durante o vôo, descobrimos que era um problema em 2 dos 6 navegadores, que precisariam ser reiniciados, o que causou o atraso.
Chegamos quase 9h da noite em Porto Seguro. Estou meio insatisfeito com o Boeing novo comprado pela GOL. A pressurização na cabine é tamanha que meu ouvido ficou tampado durante a aterrizagem e até uns 10 minutos depois do pouso - coisa que não acontece quando vôo de Fokker 100, Aerobus A-320 ou Jumbo.
Fizemos reserva no Porto Seguro Hostel (R$25,00 a diária em quarto coletivo, em baixa temporada) e disseram que é 1km do aeroporto. Ao chegarmos, havia somente um ponto de táxi - abarrotado de gente e ninguém sabia de ônibus para ir para o centro da cidade.
Resolvemos ir a pé, descendo o Morro Vermelho, mas ganhamos uma carona da dona da lanchonete do aeroporto até a porta do Hostel. O povo baiano é tão receptivo!
Como bom brasileiro,
Custou R$ 200,00... Você deve estar se perguntando:
- Pq diabos você não comprou uma máquina nova?
Primeiro, porque não tenho R$800,00 pruma 0km. Segundo, não ia levar uma câmera novinha pra encher de areia!
Levei uma analógica com um filme de 36 poses, caso as nossas máquinhas anciãs resolvam se aposentar antes da hora.
Pegamos nossas mochilas e fomos rumo ao metrô Tatuapé.
Metrô?? Tatuapé? Zona Lost?
É, oras! Existem as seguintes formas de ir para o aeroporto de Cumbica:
- Carro (em sonho)
- Airport Bus Service (R$27,00)
- Táxi (uns R$70,00 de casa)
- Carona (há! mas não conseguimos nenhuma...)
- ônibus do Terminal Norte do metrô Tatuapé (R$ 3,40)
Já avisei, a viagem seria low-cost e já começava por aí! Busão pra Cumbica por R$3,40 e sai a cada 20 minutos, aproximadamente. O trajeto leva em média vinte e cinco minutos, 40 minutos com muito trânsito.
>> Se você está de mochila, não esqueça de prender as alças e pedir pro pessoal da companhia aérea colocar em um saco plástico para não enroscar, na hora do check-in.
O vôo atrasou algumas horas e estávamos aflitos, porque a aeronave já estava no terminal e havia uns técnicos abrindo o painel e nada... Seria um problema mais sério?
Durante o vôo, descobrimos que era um problema em 2 dos 6 navegadores, que precisariam ser reiniciados, o que causou o atraso.
Chegamos quase 9h da noite em Porto Seguro. Estou meio insatisfeito com o Boeing novo comprado pela GOL. A pressurização na cabine é tamanha que meu ouvido ficou tampado durante a aterrizagem e até uns 10 minutos depois do pouso - coisa que não acontece quando vôo de Fokker 100, Aerobus A-320 ou Jumbo.
Fizemos reserva no Porto Seguro Hostel (R$25,00 a diária em quarto coletivo, em baixa temporada) e disseram que é 1km do aeroporto. Ao chegarmos, havia somente um ponto de táxi - abarrotado de gente e ninguém sabia de ônibus para ir para o centro da cidade.
Resolvemos ir a pé, descendo o Morro Vermelho, mas ganhamos uma carona da dona da lanchonete do aeroporto até a porta do Hostel. O povo baiano é tão receptivo!
quinta-feira, 6 de março de 2008
preparativos
Pheenos que somos, fomos almoçar no Morumbi Shopping para matarmos a saudade, tricotarmos e combinarmos detalhes da viagem – dois dias antes do dia D!
Coitada! Ela mal teve 3 dias para descansar e preparar (novamente) as malas. Eu também deixei tudo para última hora.
Na nossa reunião de briefing [lá vem o RP!], percebi que iríamos fazer o estilo mochilão, em uma viagem low-cost [não super low-cost]: ficaríamos em hostels e cruzaríamos boa parte da Bahia de busão.
Passamos na Fnac ávidos por um guia de viagens sobre a Bahia ou litoral baiano.
Conheça Rio Grande do Norte, Desvende o Ceará, PRAIAS: São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Vimos até o Como viajar barato da Quatro Rodas, mas era um guia sobre todo o País, de montanha a praias, e não eram tão baratos assim. Quando pensamos em desistir, a glória: a revista Bahia – Os 50 km mais bonitos do litoral.
Gostamos e a lista de lugares que gostaríamos de ir tinha aumentado consideravelmente: Caraíva, Corumbau, Arraial D’Ajuda, Trancoso, Praia do Espelho, Itacaré, Ilhéus, Morro de São Paulo, Boipeba e Salvador. E aí vimos que Porto Seguro fica beeem longe de Salvador. O Ricardo Freire, editor da revista, fez uma trip esquema “boyzinho”, pegando lancha, teco-teco, ficando em pousadas caras... bem diferente da nossa realidade, mas adaptação é a palavra.
Malas? Seria incômodo carregar. Malas com rodinhas? Nem pensar! Imagina pegar uma canoa com isso.
Coitada! Ela mal teve 3 dias para descansar e preparar (novamente) as malas. Eu também deixei tudo para última hora.
Na nossa reunião de briefing [lá vem o RP!], percebi que iríamos fazer o estilo mochilão, em uma viagem low-cost [não super low-cost]: ficaríamos em hostels e cruzaríamos boa parte da Bahia de busão.
Passamos na Fnac ávidos por um guia de viagens sobre a Bahia ou litoral baiano.
Conheça Rio Grande do Norte, Desvende o Ceará, PRAIAS: São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Vimos até o Como viajar barato da Quatro Rodas, mas era um guia sobre todo o País, de montanha a praias, e não eram tão baratos assim. Quando pensamos em desistir, a glória: a revista Bahia – Os 50 km mais bonitos do litoral.
Malas? Seria incômodo carregar. Malas com rodinhas? Nem pensar! Imagina pegar uma canoa com isso.
“Merda! Preciso comprar uma mochila de fazer trilha”
Se quiser uma mochila dessas, vá direto na loja Casa de Pedra. Os vendedores são trilheiros e sabem de TUDO sobre as mochilas. Mas seja sincero quando ele perguntar o propósito e o preço que você está disposto a pagar. A média de preços estava em R$400,00, com garantia de 30 anos.
Para uma trip que não é um rallye Paris-Dakar nem um Santiago de Compostela, não precisaria de uma dessas. O vendedor foi super bonzinho ao indicar a Decathlon como opção mais barata, com menos qualidade.
Por desencargo de consciência, resolvo tentar na Bayard. As mochilas estavam mais em conta e gostei de uma em promoção (R$299,00), mas achei cara.
Quando estava indo embora, vi uma da Speedo, com a mesma capacidade (40 litros), porém sem as frescuras das outras – por R$60,00. Levei sem pensar duas vezes! Tinha espaço bolso externo pra chinelos e outros pra protetor solar, carteira, etc.
Eu, geralmente, quando vou passar 2 semanas fora, levo uma mala beeeeeeeeeeeeeeeeem grande. Gosto de chegar com as roupas sem amassar, várias opções para sair, ir para a praia: tênis, sandália, chinelo, meias, calças, etc.
Mas dessa vez seria diferente:
- 3 sungas
- 3 bermudas
- 2 camisetas
- 4 regatas
- 10 cuecas
- 5 pares de meia
- uma calça de algodão, tipo saco
- 1 par de havaianas
- produtos de higiene pessoal
- protetor solar e seus complementos
- máquina fotográfica e celular – e seus respectivos carregadores
- toalha
- roupa de cama
- blusa de zíper caso faça frio ou para o ar-condicionado do avião
Só? Sim. E como todo paulistano, não vivo sem uma calça jeans, que fui vestindo, mais uma camiseta mais chic, caso vá pruma balada em Salvador, e um par de tênis tipo sapatilha da Adidas [leve, sem cadarço e fácil de lavar e secar. Boa pra trilhas]. Ah, e meu tapete de yoga.
Até minha mãe ficou espantada, insistindo pra eu levar mais uma bermuda, mais uma camiseta, mais uma toalha de rosto, etc. Resisti bravamente, porque “só” com isso, ela já pesava 8 kgs, mais alguns 2 kgs da mala de mão.
Se quiser uma mochila dessas, vá direto na loja Casa de Pedra. Os vendedores são trilheiros e sabem de TUDO sobre as mochilas. Mas seja sincero quando ele perguntar o propósito e o preço que você está disposto a pagar. A média de preços estava em R$400,00, com garantia de 30 anos.
Para uma trip que não é um rallye Paris-Dakar nem um Santiago de Compostela, não precisaria de uma dessas. O vendedor foi super bonzinho ao indicar a Decathlon como opção mais barata, com menos qualidade.
Por desencargo de consciência, resolvo tentar na Bayard. As mochilas estavam mais em conta e gostei de uma em promoção (R$299,00), mas achei cara.
Quando estava indo embora, vi uma da Speedo, com a mesma capacidade (40 litros), porém sem as frescuras das outras – por R$60,00. Levei sem pensar duas vezes! Tinha espaço bolso externo pra chinelos e outros pra protetor solar, carteira, etc.
Eu, geralmente, quando vou passar 2 semanas fora, levo uma mala beeeeeeeeeeeeeeeeem grande. Gosto de chegar com as roupas sem amassar, várias opções para sair, ir para a praia: tênis, sandália, chinelo, meias, calças, etc.
Mas dessa vez seria diferente:
- 3 sungas
- 3 bermudas
- 2 camisetas
- 4 regatas
- 10 cuecas
- 5 pares de meia
- uma calça de algodão, tipo saco
- 1 par de havaianas
- produtos de higiene pessoal
- protetor solar e seus complementos
- máquina fotográfica e celular – e seus respectivos carregadores
- toalha
- roupa de cama
- blusa de zíper caso faça frio ou para o ar-condicionado do avião
Só? Sim. E como todo paulistano, não vivo sem uma calça jeans, que fui vestindo, mais uma camiseta mais chic, caso vá pruma balada em Salvador, e um par de tênis tipo sapatilha da Adidas [leve, sem cadarço e fácil de lavar e secar. Boa pra trilhas]. Ah, e meu tapete de yoga.
Até minha mãe ficou espantada, insistindo pra eu levar mais uma bermuda, mais uma camiseta, mais uma toalha de rosto, etc. Resisti bravamente, porque “só” com isso, ela já pesava 8 kgs, mais alguns 2 kgs da mala de mão.
Tudo pronto? Quase...
quarta-feira, 5 de março de 2008
Uma idéia na cabeça e um crédito na GOL
Estava com um crédito na GOL após cancelar meu vôo de reveillon (iria para Buenos Aires com alguém com quem detesto viajar). Pensei até em pedir o reembolso, mas perderia 20% do valor da passagem e levaria mais de um mês para cair em forma de crédito no meu Amex.
Foi aí que minha amiga Déia, que mora fora do país, me mandou um e-mail:
Olá amigas!
Como vai a vida em terras tupiniquins?
O motivo pelo qual estou escrevendo, como vcs já devem saber, eh para informar que estou saindo de férias no dia 15 de Fevereiro até 20 de Março. A questão eh a seguinte: Alguém se anima a fazer uma trip comigo para qualquer lado (Nordeste de preferência) pelo tempo q for possível (1 ou 2 semanas)???
Supostamente eu iria com amigos daqui , mas como eles me deram o cano, estou de novo sem programação e um pouco desesparada, já que não quero passar minhas férias em S.Paulo. Ahhhh ninguém merece!!! A idéia inicial era ir para Caraíva, Trancoso, Porto Seguro e ir subindo até Salvador.
Necessito de voluntários!!!!
Beijos, Deia
Sim, eu fui incluído em "amigAs", mas tudo bem.
Fiz as contas dos valores da passagem e bingo! O valor deu certinho. Eu precisava mesmo de praia para tirar a uruca, descansar e refletir sobre meu futuro profissional. Tudo acontece na hora certa, não?
Ida: São Paulo – Porto Seguro (20/02)
Volta: Salvador – São Paulo (04/03)
Sem rumo, sem roteiros e sem programas definidos. Ficaríamos onde desse na telha, quantos dias fossem necessários para curtirmos. A única certeza da viagem é que teríamos que estar em Salvador no dia 4 para pegar o vôo de volta pra Sampa.
Isso tudo era muito novo para mim. Será que eu, obcecado por planejamento e extremamente controlador e exigente, daria chance ao acaso?
Foi aí que minha amiga Déia, que mora fora do país, me mandou um e-mail:
Olá amigas!
Como vai a vida em terras tupiniquins?
O motivo pelo qual estou escrevendo, como vcs já devem saber, eh para informar que estou saindo de férias no dia 15 de Fevereiro até 20 de Março. A questão eh a seguinte: Alguém se anima a fazer uma trip comigo para qualquer lado (Nordeste de preferência) pelo tempo q for possível (1 ou 2 semanas)???
Supostamente eu iria com amigos daqui , mas como eles me deram o cano, estou de novo sem programação e um pouco desesparada, já que não quero passar minhas férias em S.Paulo. Ahhhh ninguém merece!!! A idéia inicial era ir para Caraíva, Trancoso, Porto Seguro e ir subindo até Salvador.
Necessito de voluntários!!!!
Beijos, Deia
Sim, eu fui incluído em "amigAs", mas tudo bem.
Fiz as contas dos valores da passagem e bingo! O valor deu certinho. Eu precisava mesmo de praia para tirar a uruca, descansar e refletir sobre meu futuro profissional. Tudo acontece na hora certa, não?
Ida: São Paulo – Porto Seguro (20/02)
Volta: Salvador – São Paulo (04/03)
Sem rumo, sem roteiros e sem programas definidos. Ficaríamos onde desse na telha, quantos dias fossem necessários para curtirmos. A única certeza da viagem é que teríamos que estar em Salvador no dia 4 para pegar o vôo de volta pra Sampa.
Isso tudo era muito novo para mim. Será que eu, obcecado por planejamento e extremamente controlador e exigente, daria chance ao acaso?
Intro
Seja bem-vindo!
Antes de mais nada, esse blog não tem a pretensão de ser um guia de viagens.
Mais que narrar minhas aventuras e compartilhar dicas de pousadas e restaurantes, quero contar alguns momentos de reflexão, insights e auto-conhecimentos que obtive com as minhas andanças.
Acredito que existam situações “universais” que podem ser aplicadas em qualquer trip.
Ah, e por ser um blog pós-viagem – já estou de volta na minha casa, no meu computador – alguns detalhes mais fresquinhos podem ficar esquecidos. Mas volte sempre, pois estou escrevendo aos poucos.
Atenção: os preços citados foram conseguidos em situações excepcionais: viajei em duas pessoas, baixa temporada e habilidades pechincheiras de uma loira simpática de 1,80m de altura, ok?
Nota: a foto da abertura do blog foi tirada por mim, na Praia do Espelho - BA.
Antes de mais nada, esse blog não tem a pretensão de ser um guia de viagens.
Mais que narrar minhas aventuras e compartilhar dicas de pousadas e restaurantes, quero contar alguns momentos de reflexão, insights e auto-conhecimentos que obtive com as minhas andanças.
Acredito que existam situações “universais” que podem ser aplicadas em qualquer trip.
Ah, e por ser um blog pós-viagem – já estou de volta na minha casa, no meu computador – alguns detalhes mais fresquinhos podem ficar esquecidos. Mas volte sempre, pois estou escrevendo aos poucos.
Atenção: os preços citados foram conseguidos em situações excepcionais: viajei em duas pessoas, baixa temporada e habilidades pechincheiras de uma loira simpática de 1,80m de altura, ok?
Nota: a foto da abertura do blog foi tirada por mim, na Praia do Espelho - BA.
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